O prefeito Anderson Sousa (PROS) do município de Rio Preto da Eva, condenado na 1ª Vara federal de Manaus e a perda do mandato que exercia desde 2016, suspensão dos direitos políticos por oito anos e outras penalidades. Além disso, recebeu multa de R$ 2,4 milhões. A condenação resulta de ação pública do Ministério Público Federal (MPF), que acusou Anderson Sousa de crime de improbidade administrativa na execução de convênio de R$ 1 milhão com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Na época, ele recebeu o convênio em 2005, quando era prefeito da cidade (2003-2006).

Os recursos repassados para a construção do complexo turístico em Rio Preto, que não foi realizada, o projeto foi abandonado por Anderson e pelos seus sucessores. Sua prestação de contas desse período foi reprovada, a construtora Paricá, contratada por Anderson para a obra, também foi condenada a devolver R$ 2,4 milhões aos cofres públicos, entre multa e ressarcimento.

A sentença é do juiz federal Lincoln Rossi Viguini, assinada no dia 11 e publicada hoje, 27, que escreveu que Anderson “demonstrou não reunir condições ao bom desempenho de seu mister na qualidade de gestor da municipalidade”.O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) já foi comunicado da condenação do prefeito, da qual cabe recurso.

Fonte: Portal Pontual

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