O Oscar, principal premiação do cinema em Hollywood, anunciou os vencedores de sua 93ª edição neste domingo (25).

O filme ‘Nomadland’ foi o grande vencedor do Oscar de 2021, em uma cerimônia que mais uma vez fugiu do habitual para se adaptar aos tempos de pandemia.

Os troféus foram entregues em um dos grandes salões da elegante Union Station de Los Angeles para permitir uma cerimônia segura em covid, enquanto muitos indicados no Reino Unido estavam reunidos em Londres. A maioria dos indicados e vencedores compareceu pessoalmente à premiação. Outros apareceram por satélite de lugares como Paris, Praga e Sydney.

A cerimônia foi atrasada por dois meses devido à pandemia. Na Union Station, os indicados caminharam por um tapete vermelho bastante vazio antes de se sentarem, com bastante distanciamento físico e sem máscara, em um dos salões da estação.

Como no ano passado, não houve um único apresentador. A abertura da cerimônia foi feita pela diretora e atriz ganhadora do Oscar Regina King, que começou falando sobre política.

Referindo-se à condenação do ex-policial Derek Chauvin pelo assassinato de George Floyd, ela disse: “Se as coisas tivessem terminado diferente em Minneapolis, eu poderia ter trocado meus saltos por botas de marcha”, disse ela.

Nomadland recebeu os prêmios de melhor filme, melhor diretora, para Chloe Zhao, e de melhor atriz, para Frances McDormand. Zhao é a primeira mulher não branca e a segunda mulher a ganhar o prêmio de melhor diretor.

Aos 83 anos, Anthony Hopkins se tornou o mais velho vencedor de melhor ator. Os prêmios de coadjuvante foram para o britânico Daniel Kaluuya e para a veterana atriz sul-coreana Yuh-Jung Youn.

Melhor filme

  • Nomadland (Em cartaz nos cinemas)

Melhor direção

  • Chloé Zhao, de Nomadland (Em cartaz nos cinemas)

Melhor ator

  • Anthony Hopkins, de Meu pai (Now, Google Play)

Melhor atriz

  • Frances McDormand, de Nomadland (Em cartaz nos cinemas)

Melhor ator coadjuvante

  • Daniel Kaluuya, de Judas e o messias negro (Em cartaz nos cinemas)

Melhor atriz coadjuvante

  • Youn Yuh-jung, de Minari (Em cartaz nos cinemas)

Melhor filme internacional

  • Druk – Mais uma rodada, Dinamarca (Now, Apple TV, Google Play)

Melhor roteiro adaptado

  • Christopher Hampton e Florian Zeller, por Meu pai (Now, Google Play)

Melhor roteiro original

  • Emerald Fennell, por Bela vingança (Estreia nos cinemas prevista para maio)

Melhor figurino

  • Ann Roth, por A voz suprema do blues (Netflix)

Melhor trilha sonora

  • Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste, por Soul (Disney+)

Melhor animação

  • Soul (Disney+)

Melhor curta de animação

  • Se algo acontecer… te amo (Netflix)

Melhor curta-metragem de ficção

  • Dois estranhos (Netflix)

Melhor documentário

  • Professor polvo (Netflix)

Melhor documentário de curta-metragem

  • Collete

Melhor som

  • Nicolas Becker, Jaime Baksht, Michelle Couttolenc, Carlos Cortés e Phillip Blath , por O som do silêncio (Amazon Prime Video, Now, Google Play, Apple TV, Looke)

Melhor canção original

  • Fight for you, de Judas e o messias negro (Em cartaz nos cinemas)

Melhor cabelo e maquiagem

  • Sergio López Rivera, Mia Neal e Jamika Wilson, por A voz suprema do blues (Netflix)

Melhores efeitos visuais

  • Andrew Jackson, David Lee, Andrew Lockley e Scott Fisher, por Tenet (Now, Apple TV, Google Play, Looke)

Melhor fotografia

  • Erik Messerschmidt, por Mank (Netflix)

Melhor edição

  • Mikkel E.G. Nielsen, por O som do silêncio (Amazon Prime Video, Now, Google Play, Apple TV, Looke)

Melhor design de produção

  • Donald Graham Burt e Jan Pascale , por Mank (Netflix)

 

com informações BBC News 

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