Bailarinas se despedem de Faustão
Bailarinas se despedem de Faustão

O Ministério da Saúde levou mais de um mês para definir quem analisaria a carta do diretor-executivo da Pfizer, Albert Bourla, oferecendo vacinas contra covid-19 para o Brasil. A informação é do jornal O Globo.

Ainda segundo a reportagem, não há registro de resposta à tentativa de comunicação da Pfizer conforme mostra documentos por meio da Lei de Acesso à Informação.

A carta chegou via e-mail no dia 15 de setembro à pasta. Passou por secretarias e departamentos antes de chegar a uma decisão final sobre quem seria responsável pelo material recebido, já no dia 29 de outubro.

A carta foi enviada ainda ao presidente Jair Bolsonaro e ao Ministério da Economia, que encaminharam para a Saúde.

CPI ex-secretário de Comunicação 

Em depoimento à CPI no Senado em maio, o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten afirmou que uma carta da Pfizer ao governo com oferta de doses de vacina para o Brasil ficou sem resposta por 2 meses.

Após tomar conhecimento da carta através de um dono de uma veículo de comunicação, ele disse que em novembro respondeu e recebeu um telefonema do presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo.

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