Com os altos índices de violência registrados na capital amazonense, candidatos a prefeito prometem investir na guarda municipal para auxiliar o trabalho da Polícia Militar. O uso de armas de fogo por agentes responsáveis pelo monitoramento de praças, escolas e Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre outros espaços públicos, também entrou em pauta.

O candidato da coligação “Trabalho bom merece continuar”, Alfredo Nascimento (PL), argumenta que o porte de armas pela Guarda Municipal reduziu em 60% o número de assaltos de cidades de Minas Gerais e do interior de São Paulo. Ele afirmou que, se eleito, vai reestruturar a corporação em seu primeiro dia no mandato.

A gestão de David Almeida (Avante) e Marcos Rotta (DEM) pretende dar uma atenção especial à área da segurança pública, em Manaus. O Plano de Governo prevê a criação da Secretaria Municipal de Segurança Pública para executar ações destinadas a aumentar a sensação de segurança aos cidadãos manauaras, em parceria com as corporações da segurança estadual.

Além de armar a capacitar agentes, o Capitão Alberto Neto (Republicanos) pretende criar o plano de cargos e salários e abrir um novo concurso público para a Guarda Municipal.

A reestruturação da Guarda Metropolitana de Manaus (GMM) e a criação do Programa Ronda Comunitária Municipal são algumas das propostas do ex-governador Amazonino Mendes (PODEMOS) para melhorar a área da segurança pública na capital amazonense. O Ronda Comunitária Municipal é inspirado, segundo ele, em experiência adotada em mandato como governador. Amazonino implantou, na época, o patrulhamento comunitário nas zonas Norte, Leste e Centro-Sul de Manaus.

O uso de armas de fogo pelas guardas municipais voltou à pauta em 2014, com a sanção da Lei 13.022 pela então presidente Dilma Roussef, que previa poder de polícia para os agentes ampliando sua missão para a proteção da vida, com direito a porte de arma.

*Reprodução 

Deixe uma resposta