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PF e MPRJ prendem 2 em operação contra a ‘Banca da Grande Rio’, que impõe monopólio de cigarros no Rio

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A Polícia Federal (PF), o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ), e a Receita Federal iniciaram nesta quinta-feira (24) a Operação Fumus, contra uma quadrilha que impôs, com violência, um monopólio na venda de cigarros no RJ.

Até a última atualização desta reportagem, dois homens haviam sido presos: o PM Flavio Lucio de Oliveira Lemos, o Bololó, e Carlos Henrique de Araújo, o Henrique Máquina.

No total, são 40 mandados de prisão e 75 de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A força-tarefa afirma que o grupo, que se intitulou Banca da Grande Rio, compra maços de C-One, da Companhia Sulamericana de Tabacos, e obriga pequenos e médios comerciantes em praticamente todo o estado a vender apenas essa marca.

Principais alvos da operação conjunta, os irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Cláudio Nunes Coutinho são primos de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

Adilsinho e Cláudio não foram encontrados em casa, em prédios de luxo na Praia da Barra da Tijuca, e eram considerados foragidos.

Outro procurado era João Ribeiro de Oliveira, irmão de Helinho.

Segundo o MPRJ, o nome do bando “vem de vínculos de muitos dos denunciados com a GRES Grande Rio e com as pessoas que por lá passaram”.

A força-tarefa descobriu que os cigarros são adquiridos por empresas formalmente constituídas ligadas a pessoas do bando.

De acordo com o Gaeco, a Banca da Grande Rio comprava fardos de cigarros da Sulamericana, em Duque de Caxias, que eram levados em caminhões para centros de distribuição em Campos, no Norte Fluminense, e no Rio.

Lá, os cigarros são repassados aos operadores, responsáveis pela entrega aos comerciantes finais.

O MPRJ afirma que a organização criminosa tem fiscais e seguranças a fim de ameaçar ou roubar comerciantes que vendem outros maços ou descumprem a tabela de preços.

De acordo com as investigações, o rendimento mensal do grupo é estimado em R$ 1,5 milhão por mês.

Fonte: G1

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