Foto: AFP e Ed Machado/Folha de Pernambuco

Na última quarta-feira (9), o professor acadêmico, Fernando Haddad, chamou de Bozo o atual presidente da república e ironizou a anulação de uma multa ambiental que o Ibama tascara em 2012 no agora presidente (disse que havia sido “aplicada por fiscal comunista”).

O professor continuou com suas ironias atacando Jair Bolsonaro. “Antes de defender uma bozoideia, espere 24h. Poupa o esforço de defender o recuo”, escreveu ao comentar a possibilidade (logo descartada) de o Brasil abrigar uma base militar americana.

Haddad ainda atacou e alfinetou o titular da Casa Civil. “Os truques do baixo clero: Onyx usou notas em série de amigo para receber verba de gabinete. Nova tattoo sendo providenciada.” Fernando disse isso, pois em Dezembro o titular da Casa Civil foi acusado por denúncias de caixa dois, Onyx Lorenzoni tatuou no braço um versículo bíblico para que ele “nunca mais erre”, declarou então: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Haddad cuida da própria conta do Twitter, com ajuda do assessor pessoal Frederico Assis, juntos desde 2012, o ex-prefeito parece cada vez mais à vontade em elevar os decibéis contra sua nêmeses eleitoral. Tem dito que o presidente é desrespeitoso com ele. Guarda mágoas de vários ataques frontais contra sua pessoa, que teriam extrapolado o esperado debate político.

Como quando Bolsonaro, por exemplo, disse que “quem conversa com poste é bêbado” após o petista se dispor a ir até numa enfermaria para debater com ele, que se recuperava de um esfaqueamento ou quando o rival tuitou que Haddad era “marmita de corrupto preso”, por suas visitas a Lula na prisão. A expressão “marmita de bandido” é usada para definir uma mulher que namora presos.

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