Foto: Internet

Hoje, 02 de abril, comemora-se o Dia Mundial do Autismo. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007 com o objetivo de alertar sociedades e governantes sobre a síndrome e derrubar preconceitos.

A professora universitária Rosineide Alves, 39, é mãe do menino Lucas, hoje com 10 anos, portador da síndrome do autismo. Ela contou ao Amazonas sem Censura que já existem medidas de integração social mais eficazes se comparadas à algumas décadas atrás. “Era pior! Acredito que a informação, a divulgação da mídia é mais engajada, positiva”.

Segundo a  Lei Nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, a pessoa clinicamente diagnosticada  com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais.  Alves ressalta a importância dos afetados serem amparados por lei “agora, querendo ou não, pela força da lei, as pessoas vão ter que incluir”.

Em entrevista ao portal, a psicóloga Diane Pires explicou que o autismo “é um distúrbio de desenvolvimento que leva a um severo comprometimento de comunicação social e comportamento restritivo e repetitivo que se inicia nos primeiros anos de vida”.

O diagnostico se dá através da observação e de entrevista realizada com os pais ou responsáveis.  Pires diz que é bom que os pais levem vídeos das crianças, visitarem os espaços sociais, pois facilita o reconhecimento dos sintomas.

O Instituto Autismo no Amazonas, localizado no Parque 10 de Novembro, Zona Centro-Sul de Manaus, atende gratuitamente e conta com uma grande equipe de profissionais pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e promove eventos para arrecadar fundos destinados à causa.

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